Posso falar? Crítica de “Tron: O Legado”

07/01/2011 § Deixe um comentário

Olá geeente! Primeiro “Posso Falar?” de 2011, legal né? Tô cheio de coisas pra postar, e hoje selecionei um dos filmes mais esperados do ano passado pra falar sobre, “Tron: O Legado”. Tá calor, tô de férias, um ano novinho começou e o verão tá aí, então vem comigo ler o post de hoje porque eu sei que você tem tempo de sobra! Vem comigo!

Posso criticar? “Tron: O Legado” foi o filme mais tecnológico de 2010!

Sinopse: ‘Tron: O Legado’ é uma aventura de alta tecnologia em 3D ambientada em um mundo digital diferente de tudo que já foi visto antes na tela do cinema.

Sam Flynn (GARRETT HEDLUND), o especialista em tecnologia de 27 anos filho de Kevin Flynn (JEFF BRIDGES), investiga o desaparecimento do pai e se vê preso no mesmo mundo povoado por programas ferozes e jogos fatais onde seu pai vive há 25 anos. Junto com sua fiel confidente (OLIVIA WILDE) Kevin, pai e filho embarcam em uma jornada de vida e morte por um universo cibernético visualmente deslumbrante que se tornou muito mais avançado e extremamente perigoso. (Fonte: CinePop)

“Tron” foi o último filme que vi no cinema em 2010, no dia 30 de dezembro. Desde o começo do ano passado, os estúdios da Walt Disney começaram uma propaganda em massa criando altíssimas expectativas para o mundo tecnológico de “Tron”. Foram lançados, pouco a pouco, pôsteres, trailers, produtos (lindíssimos, azuis e hi-tech) e muito mais que deixaram qualquer nerd e cinéfilo desesperado para ver.

Primeiro e acima de tudo, os efeitos do filme impressionam. Você fica sentadinho na cadeira do cinema se perguntando como que filmaram tais cenas, em que partes botaram a tela verde e como deixaram tudo tão azul. A imagem é linda, quase perfeita. O 3d deixou um pouco a desejar, pois não há muitos efeitos assim, nem mesmo de profundidade na tela, uma vez que só algumas partes possuem o efeito, sendo a imagem normal 2d. As luzes azuis das roupas, motos, prédios e tudo mais são onde as três dimensões foram concentradas, se destacando muito mais com os óculos.

Já o enredo e o elenco deixam (e muito) a desejar. O filme segue de forma lenta e monótona, e faltam mais algumas aulinhas de atuação pro protagonista Garret Hedlund, que interpreta Sam Flynn, convencer que sentiu saudades e ficou feliz ao rever o pai desaparecido Kevin Flynn, vivido por Jeff Bridges.  A Olivia Wilde como Quorra também não impressionou, embora tenha sido claramente melhor do que dos protagonistas. Todos esses fatores fazem com que você saia da sala sem vontade de ver o filme de novo, por mais incrível que seja a imagem.

Ainda assim, recomendo que vejam o filme e tirem suas próprias conclusões. Embora o filme em si deixe a desejar, o mundo tecnológico de “Tron” tem muito a oferecer, como principalmente a trilha sonora eletrônica produzida pela dupla Daft Punk, que faz o cinema estremecer.

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